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MUSEOLOGIA, MUSEU E SALVAGUARDA DO PATRIMÔNIO IMATERIAL: UM ESTUDO DE CASO SOBRE OS MUSEUS DE BELÉM E A REPRESENTATIVIDADE DO BREGA PARAENSE
Última alteração: 2019-07-26
Resumo
O presente trabalho visa apresentar reflexões que surgiram a partir de questionamentos acerca da representatividade do ritmo Brega Paraense em instituições museológicas de Belém. Compreendendo que o brega é um dos ritmos mais apreciados pelos paraenses, surgiram questões que apontaram para a falta de representatividade deste ritmo dentro de ambientes museológicos em Belém. A partir de análises feitas em dois importantes museus da cidade, constatou-se que não há espaços reservados ao ritmo dentro deles e em nenhum espaço museal da capital paraense. Diante disso foi desenvolvido um estudo de caso juntamente ao público para se ter uma noção básica sobre o posicionamento dos moradores da cidade em relação a este gênero musical. A partir do desenvolvimento de um questionário que foi aplicado através de ferramentas de comunicação social, foi possível especular que a população sente a necessidade de ver esse ritmo representado e apresentando dentro de instituições museológicas, e que se sentiria à vontade para visitar museus que possuíssem o brega dentro de suas paredes. Assim, surgiram discussões sobre a necessidade de inserir o brega nos museus de Belém e, futuramente, aprofundar a pesquisa com o intuito de promover a divulgação e a preservação desse bem imaterial de Belém do Pará que se apresenta como um forte símbolo da cultura paraense, e também como um forte patrimônio da população local, criadora do ritmo.
Palavras-chave
Brega Paraense; Museus de Belém; Patrimônio; Representatividade
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