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AUDIOVISUAL COMO FERRAMENTA PARA A EDUCAÇÃO PATRIMONIAL
Última alteração: 2019-07-26
Resumo
Neste artigo, apresentamos experiências de interpretação do patrimônio, em andamento no Programa de Pós-Graduação em Artes, Patrimônio e Museologia, Mestrado Profissional – PPGAPM, da Universidade Federal do Piauí - UFPI, Campus Ministro Reis Veloso – CMRV, da Universidade Federal do Piauí - UFPI, na cidade de Parnaíba, Meio Norte do Brasil. Discorremos sobre práticas de educação e interpretação do patrimônio cultural, com substrato na transversalidade, a considerar as relações entre arte e mídias audiovisuais ordinárias, usadas como ferramentas educativas para despertar um olhar sensível sobre o território, as pessoas e o patrimônio cultural. A considerar a complexidade do atual momento histórico, atravessado por subjetividades, diversidade cultural, globalização, modernidade, pontuamos, mesmo que de forma panorâmica, os sentidos e significados do Conjunto Histórico e Paisagístico da Cidade de Parnaíba, tombado em nível federal em 2008, pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN. Usamos o Método de Pesquisa Participante e A/r/tográfica, para promover e comunicar experiências e vivências nesse território. Destacamos duas intervenções que nos permitiram aproximação com a comunidade: a primeira, envolvendo diretamente professores de arte da rede pública, alunos de graduação de Artes Visuais da UFPI, nomeadamente no Plano Nacional de Formação de Professores – PARFOR; a segunda, com artistas que vivem na cidade de Parnaíba. Buscamos realizar uma aproximação sensível e colaborativa entre arte e comunidade, com o fito de provocar uma mudança na percepção sobre a cidade tombada; atividades realizadas que pretendemos transformadora, autônoma e continuada.
Palavras-chave
Arte, Comunidade, Interpretação do Patrimônio Cultural, Audiovisual
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