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DO DISPÊNDIO IMPRODUTIVO AO USO SUSTENTÁVEL: NOTAS SOBRE O CONCEITO (GERAL) DE PATRIMÔNIO E SOBRE O PATRIMÔNIO GENÉTICO
Última alteração: 2019-07-25
Resumo
Encontram-se urdidas nessa breve comunicação notas de pesquisa que o Grupo Museo-lógica vem desenvolvendo sobre a experiência do ocidente com os bens culturais, precisamente, daqueles que são consignados pela termo patrimônio. Aqui, o esforço segue em duas direções. De um lado, procura-se traçar sua história desde o século XVIII até a atualidade. Disto, não se saberá apenas sobre a trajetória desses bens culturais apenas; será possível, também, dizer alguma coisa sobre o modo como o Estado age sobre os sujeitos. De outro, em analisar a emergência do patrimônio genético: sobre o modo como ele coloca em jogo natureza e cultura, e alinha saberes como a museologia e antropologia em torno do conceito – também emergente – de comunidades tradicionais. Esse aspecto permitirá, também, apontar a exigência de uma curadoria do conceito de conservação, na medida em que essa nova qualidade de patrimônio encena uma relação outra com a economia.
Palavras-chave
Patrimônio; dispêndio improdutivo; sustentabilidade; consumo
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